dez 23 2013

Fragmentos – II

No princípio era a ação. A palavra não foi o princípio – a ação já existia antes dela; a palavra é o final do desenvolvimento, o coroamento da ação“. (VIGOTSKI, L. S. Pensamento e Linguagem. 2ª edição. – São Paulo: Martins Fontes, 1998. P. 190)

É preciso aprender sobre a condição humana, a compreensão e a ética; entender a era planetária em que vivemos e saber que o conhecimento, qualquer que ele seja, está sujeito ao erro e à ilusão.” (Edgar MORIN, em entrevista concedida à Revista Nova Escola, edição nº 168. Dezembro de 2003. )

Em contato com a natureza percebemos que temos uma existência em comum.Quanto mais unificamos as relações entre nós e o ambiente, mais harmônica é nossa vida.” (Rita MENDONÇA. Bióloga e socióloga, em entrevista à Revista Nova Escola. Ano XXI, nº 190. Março/2006)

Hoje existe um abismo entre as humanidades e as ciências, o que é grave para as duas. Somente uma comunicação entre elas vai propiciar o nascimento de uma nova cultura, e essa, sim, deverá perpassar a formação de todos os profissionais.” (Edgar MORIN. Em entrevista à Revista Nova Escola. Edição nº 168. Dezembro de 2003.)

Com os métodos modernos de educação e propaganda, tornou-se possível doutrinar toda uma população com uma filosofia que não tem bases racionais para ser verdadeira.” (Bertrand RUSSEL.Matemático, citado na Revista Nova Escola. Ano XXI, nº 193-Junho/Julho/2006. P.72. )

Gostaria antes ver uma escola produzir um varredor de ruas feliz, do que um erudito neurótico.” (Alexander S. NEILL Educador escocês. Citado em: Revista Nova Escola. Ano XVIII. nº 163. Junho/Julho de 2003. P. 28)

O currículo deve ter menos conteúdos, vistos com maior profundidade.” (Mário CARRETERO. Psicólogo espanhol. Em entrevista à Revista Nova Escola. Ano XVIII. nº 163.Junho/Julho de 2003. P. 21 )

Criadores aprendem o que desejam aprender. Não sabemos quanta liberdade de criação é morta nas salas de aula.” (Alexander S. NEILL. Educador escocês. Citado em: Revista Nova Escola. Ano XVIII. nº 163. Junho/Julho de 2003. P. 27)

A educação deve formar seres aptos para governar a si mesmos e não para ser governados pelos outros. ” (Herbert SPENCER. Filósofo inglês. Citado na Revista Nova Escola. Ano XX, nº 186.Outubro de 2005. P. 44)

O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” (Fernando PESSOA (1888-1935). Poeta português. Citado em Revista Nova Escola. Ano XIX, nº 172. P. 70)

Por meio da educação, a criança vai se reconhecer como um membro vivo do todo“. (Friedrich FROEBEL. Citado em: Revista Nova escola. Ano XXI, nº 190. Março de 2006. P. 60)

…Por natureza, a Geografia tem de ser metodologicamente heterogênea. Alinha-se, por um lado, entre as ciências da terra ou da natureza e por outro lado, situa-se entre as ciências do homem. É esta a razão pela qual ela se encontra continuamente empenhada na busca de sua unidade.” (Pierre GEORGE. Os métodos da Geografia. Difel. RJ, 1978. P. 08 )

Escola é o lugar onde se faz amigos, não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários, conceitos… Escola é sobretudo, gente; gente que trabalha, estuda, se alegra, se conhece, se estima.” (Paulo FREIRE. Citado em: Revista Nova Escola. Ano XVIII. nº 163. Junho/Julho de 2003. P.66)

Cada vida é uma enciclopédia, uma biblioteca, um inventário de objetos, uma amostragem de estilos, onde tudo pode ser continuamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis.”. (Ítalo CALVINO. Seis propostas p/ o próximo milênio. SP, Companhia das letras, 1993. in: Reflexões sobre a educação do próximo milênio. MEC/SEED. Brasília, 1998. (Série de estudos: educação à distância)

A tarefa da educação ambiental é reconstruir uma nova ética capaz de comportar a tensividade e o diálogo, recuperando o movimento das mãos e das mentes de cada sujeito ecológico.” (Michele SATO. Educação ambiental. São Carlos, Rima, 2004. P. 15)

Compreender o espaço geográfico, de acordo com uma visão marxista, significa aprendê-lo como ele é na sua essência, como totalidade, com todos os conflitos, contradições, mediações, que se articulam num processo incomensurável, interminável.” (Lenyra Rique da SILVA. A natureza contraditória do espaço geográfico. 2. ed. São Paulo:Contexto, 2001. P. 19)

O avanço do capitalismo na medida em que tende a transformar todos ou quase todos em pessoas que não produzem os seus meios de consumo que são transformados em mercadorias a serem vendidas e compradas, tende a estimular as atividades comerciais, as quais são afetadas pelo próprio capitalismo, ainda que de modo diferenciado.” (Roberto L. Corrêa. Trajetórias geográficas. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. P. 27)

 

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